O céu azul brilhará

Quando as trevas se abrirem, o céu azul brilhará...

Xutos e Pontapés

Manipulação da sociedade

Todos nós estamos expostos à manipulação, da forma como pensamos e reagimos.
Se conhecermos as estratégias de manipulação teremos um sentido mais apurado e crítico para identificar os momentos em que estamos a ser alvos fáceis.

Certamente que ao ler estas palavras irá identificar um momento onde pode ter sido manipulado(a). Esteja atento(a)!

1. A estratégia da distração
Consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas.

2. Criar problemas e depois oferecer soluções
Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o suplicante das medidas que se deseja fazer aceitar.

3. A estratégia da gradualidadePara que uma medida inadmissível seja aceite basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, num prazo alargado.

4. A estratégia do adiarUma maneira de provocar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura.

5. Dirigir-se ao público como a criaturas de pouca idade Dirigir-se a uma pessoa como se tivesse 12 anos ou menos, tenderá, por sugestão, a provocar respostas ou reações mais infantis e desprovidas de sentido crítico.

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais que a reflexãoFazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para eliminar a análise racional e neutralizar o sentido crítico dos indivíduos, ao mesmo tempo que se implanta desejos e medos e se induz determinados comportamentos.

7. Manter o povo na ignorância e na mediocridadeLimitar a educaçao e a cultura permite controlar o sentido crítico e a reação.


8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade Fazer crer ao povo que está na moda a vulgaridade, a incultura, o ser mal falado ou admirar personagens sem talento ou mérito algum, o desprezo pelo intelectual, o exagero do culto ao corpo e a desvalorização do espírito de sacrifício e do esforço pessoal.


9. Reforçar o sentimento de culpa pessoalFazer crer ao individuo que ele é o único culpado de sua própria desgraça, por falta de inteligência, de capacidade, de preparacão ou de esforço. Assim, em lugar de se revoltar contra o sistema económico e social, o indivíduo desvaloriza-se, culpa-se, gerando em si um estado depressivo, que inibe a sua capacidade de reagir

10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecemO sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele se conhece.
Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um maior controlo e poder sobre os indivíduos, superior ao que pensam que realmente tem

Ideias baseadas em Noam Chomsky

Madeira rodeada de água ou a meter água?

Penso que ninguém ficou incrédulo com as notícias sobre o burado financeiro da Madeira, uma vez que já se suspeitava.
Incrédulos ficamos todos nós como é que estes "buracos" passam tão despercebidos àqueles que têm a responsabilidade de olharem pelas contas públicas do nosso país. 

O BPN foi o que foi, agora a Madeira, o que virá depois?
Mas pior ainda é que estes escândalos continuam a aparecer sem haver nenhum responsável... Será possível? Será que afinal ninguém gere ou gere pessimamente mal... Ninguém regula este estado de coisas? E como é possível que um governante diga de boca bem aberta que omitiu informações e não cumpriu a lei? Estamos em que país?
No caso da Madeira penso que não é muito difícil encontrar um responsável, uma vez que o rei foi apenas um durante este tempo todo... Ou será que o rei por ser rei já não pode ser responsabilizado e ainda lhe entregam novamente o trono? Entregar-lhe a ilha seria o prémio dos prémios... Nomeadamente nas próximas eleições!


Nuno Garção

(foto: pluralmag.com) 

Faro e Silves e o Al-Gharb

«No seguimento da revolta contra Emir Muhammad I (Governador do Emirato de Córdoba) Yahia Ben Bakr fortifica a cidade de Faro (antiga Ukshunuba), construindo as actuais muralhas da Vila-a-Dentro, dotando-a de fortes portas, e muda o seu nome para Xantamarya Al-Gharb ou Santa Maria do Ocidente.

A Yahia Ben Bakr sucede o seu filho Bakr Ben Yahia, monarca que embora mantendo Xantamarya como capital política passa a maior parte do seu tempo em Silves que transforma na sua capital cultural.
Sucede-lhe por sua vez Calafe Ben Bakr, que apesar de garantir a sua independência em relação ao Emir de Córdoba, apoia-o e colabora com ele na guerra que travam contra os invasores Normandos, assegurando a vitória muçulmana na célebre batalha do Arade.
O governo dos Bakr no Al-Gharb duraria perto de 50 anos. 

Com a submissão dos restantes Muladis revoltosos a derrota do Al-Gharb é inevitável, mas o prestígio dos Bakr, o apoio que granjeiam na população e as próprias relações de cordialidade que mantêm com o Emirato ao longo do período da revolta, permitem que Calafe continue no poder submetendo-se à autoridade do agora proclamado Califa de Córdoba Abd Ar-Rahman III. 

Durante o governo dos Bakr o Al-Gharb torna-se num local de peregrinação para os Cristãos de toda a Hispânia Muçulmana, que afluem aos seus dois santuários - o de Santa Maria em Faro e o de S. Vicente no Promontório Sacro (Sagres). 
Sagres já era desde os finais do século IX um importante local de peregrinação cristã, altura em que são trazidos por mar, desde Valência, e aí depositados, os restos mortais do mártir S. Vicente. 
O culto cristão em Faro é celebrado numa Igreja e há notícia de que os seus bispos participam em concílios.  

O geógrafo Al-Idrisi descreve assim Faro no século XII: 
“Santa Maria do Ocidente está edificada à beira-mar e a maré vem bater-lhe nos muros. É de tamanho mediano e muito bonita; tem uma mesquita catedral, uma mesquita paroquial e uma capela; a ela vêm e dela partem navios. A região é muito rica em figos e uvas”. 
Ainda segundo um relato de um cronista que passa por Faro nesse mesmo século XII o nome da cidade deve-se a uma imagem de Santa Maria existente sobre as muralhas. 

Este facto é confirmado no milagre de Santa Maria incluído nas Cantigas de Afonso X, o Sábio. 
Segundo ele durante o reinado de Aben-Afan, último Rei Mouro do Algarve, a imagem foi atirada ao mar, após o que desapareceu o pescado das águas junto a Faro. 
Apressaram-se os moradores a voltar a colocá-la entre as ameias e o pescado regressou. [...] 

A revolta dos Bakr e a marca que deixa na história do Gharb Al-Andalus inicia indubitavelmente o processo de afirmação da identidade Luso-Arabe, estabelecida territorialmente no actual Algarve e centrada em Silves como sua capital, identidade essa marcada pela heterogeneidade da sua sociedade, pela riqueza da sua cultura, pensamento e espiritualidade 

Sobre Silves escreveu Alexandre Herculano: 
“Comparada com Lisboa, Silves era muito mais forte; e em opulência e sumptuosidade de edifícios, 10 vezes mais notável”. 
O estabelecimento inicial de uma forte comunidade de Árabes do Yémen, que aportariam à região uma pureza linguística e capacidade de expressão poética, contribuiu também para a singularidade cultural do Luso-Arabismo. 

Eis um excerto da descrição de Silves por Al-Idrisi:
“A cidade tem um lindo aspecto, belos monumentos e mercados muito abundantes.
Os seus moradores, assim como os habitantes das aldeias em volta são Árabes do Yémen e de outras partes. Falam uma língua Árabe pura. E são versificadores. E são eloquentes e bem falantes, tanto a boa gente como a gente do povo. Os moradores do campo são em extremo generosos como nenhum outro povo”.

O período das taifas que se seguiria ao governo dos Bakr afirmaria os Banu Muzayne de Silves e os Beni Harun de Faro como famílias de poetas, poesia que atingiria o seu auge com a corte de Al-Mu’tamid Ibn ‘Abbad. 
A identidade Luso-Arabe ficaria também marcada pelo misticismo religioso de Ahmed Ibn Qaci e das suas ligações ao misticismo cristão de Afonso Henriques. 
Sobre Ibn Qaci afirmou Adalberto Alves. 
“O pacto simbólico que então faz com D. Afonso Henriques sela o ideal sinárquico que une a cavalaria templária à cavalaria islâmica muridínica, afinal uma convergente cavalaria espiritual. É esse arco voltaico de natureza iniciática que liberta a sinergia donde Portugal virá a brotar”.»

Retirado de: 

Stop fighting, let it flow

Soothsayer - Perhaps you remember.

Po - Now, what?
        Thats a stuped nightmare!

Soothsayer  - Nightmare or memory? 
                     [...]
                     Stop fighting, let it flow!
                     Your story may not have such a happy beginning.
                     But that doesn’t make you who you are.
                     It is the rest of the story, who you choose to be.
                     So? Who are you?"

(Panda Kun-Fu II)

Ser professor...

Ser professor é professar a fé e a certeza de que tudo terá valido a pena se o aluno se sentir bem pelo que aprendeu.

Ser professor é consumir horas pensando em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo todos os dias, a cada dia, é única e original.

Ser professor é encontrar no corredor cada aluno, olhar para ele sorrindo e se possível chamá-lo pelo nome para que ele se sinta especial.


Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e, diante da turma, transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender.


Ser professor é envolver-se nos mínimos detalhes, vislumbrando quem está mais alegre ou mais triste, quem cortou os cabelos, quem passou a usar óculos, quem está preocupado ou tranquilo demais, dando-lhe a atenção necessária.

Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é equilibrar-se entre três turnos de trabalho e tentar manter o humor e a competência para que o último turno não fique prejudicado.

Ser professor é acompanhar as lutas do seu tempo pelo salário mais digno, por melhores condições de trabalho, por melhores ambientes fisicos, sem misturar e confundir essas lutas com o respeito e com a missão de ensinar.Perder a excelência e o orgulho, jamais!

Ser professor é saber estar disponível para os colegas e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca enriquecedora de saberes e sentimentos, sem perder a própria identidade.

Ser professor é contribuir para o desenvolvimento do aluno em todas as suas dimensões, contribuindo spara um mundo mais inteligente e melhor.

Ser professor é ser um escolhido que vai fazer 'levedar a massa' para que esta cresça e se avolume em direção a um mundo mais fraterno e mais justo.

Ser professor é uma profissão que merece mais respeito por parte da sociedade!

A genialidade perdida do povo português ou a falta de confiança

Há uns anos atrás, quando era adolescente, lembro-me da campanha subtil de desvalorização dos produtos e símbolos portugueses. O que é português não presta! Eram os produtos, era a música (fado), .... os próprios políticos tinham vergonha de falar em português ou achavam moderno falar em inglês lá fora...
Sempre achei estranho este comportamento comparando com o dos espanhóis, que até o nome dos grupos de música estrangeiros traduzem para a sua língua... Sempre me irritou irmos a Espanha e tentarmos falar espanhol... Não será isso falta de confiança e de acreditar?
Pergunto-me se é preciso estarmos em crise para que Portugal comece a dar valor às experiências pioneiras que por cá ocorrem? Na realidade em muitos segmentos somos dos mais inovadores.
É preciso estarmos todos aflitos para que se dê valor ao que é feito em Portugal?
É necessário virem directrizes para este povo perceber que a salvação reside no que está cá dentro: nos produtos, na produção e consumo interno, nas pessoas, na criatividade e no amor ao que é nosso.

Nuno Garção

Amy Winehouse morreu aos 27 anos...


"They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know
I ain't got the time
And if my daddy thinks I'm fine
He's tried to make me go to rehab
But I won't go-go-go

I'd rather be at home with Ray
I ain't got seventy days
'Cause there's nothing
There's nothing you can teach me
That I can't learn from Mr. Hathaway

I didn't get a lot in class
But I know it don't come in a shot glass

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know
I ain't got the time
And if my daddy thinks I'm fine
He's tried to make me go to rehab
But I won't go-go-go

The man said "why do you think you're here?"
I said "I got no idea.
I'm gonna, I'm gonna lose my baby,
So I always keep a bottle near."
He said "I just think you're depressed,
Kiss me here, baby, and go rest."

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know

I don't ever want to drink again
I just, ooh, I just need a friend
I'm not going to spend ten weeks
And have everyone think I'm on the mend

It's not just my pride
It's just 'til these tears have dried

They tried to make me go to rehab
But I said 'no, no, no'
Yes, I've been black, but when I come back
You'll know-know-know
I ain't got the time
And if my daddy thinks I'm fine
He's tried to make me go to rehab
But I won't go-go-go"

Amy Winehouse


Mais uma lenda que morre aos 27 anos, perdida na sua criatividade e num mundo de fama e abusos. Recorde-se Jimi Hendrix (1970), Janis Joplin (1970), Jim Morrison (1971), Kurt Cobain (1994) e agora Amy Winehouse (2011) que morreram todos aos 27 anos (club 27).

Jovem tonto

."Tens razão. Não passo de um simples miúdo.
Sabes, passei muita coisa nestes 6 dias, 5 minutos e 27 segundos e meio. 
E aprendi alguma coisa durante esse tempo.
E foi que nós somos apenas quem somos. 
E não há magia de sereia suficiente ou promoção administrativa ou uma outra terceira coisa que me faça ser algo mais do que sou por dentro: um miúdo!
Mas, não faz mal, porque fiz tudo o que todos diziam que um miúdo não conseguia fazer: cheguei à cidade das conchas e derrotei o Ciclope e andei em cima do David e trouxe a coroa de volta.
Por isso, sim! Eu sou um miúdo, um pateta e um imbecil, um completo chanfrado da mona.
Mas acima de tudo eu sou, eu sou, eu sou.... eu sou um JOVEM TONTO."

Spongebob
(um super-herói que a Sara nos deu a conhecer) 

Too Much Love...

"I'm just the pieces of the man I used to be
Too many bitter tears are raining down on me
I'm far away from home
And I've been facing this alone for much too long

Oh, I feel like no-one ever told the truth to me
About growing up and what a struggle it would be
In my tangled state of mind
I've been looking back to find where I went wrong

Too much love will kill you
If you can't make up your mind
Torn between the lover and the love you leave behind
You're headed for disaster 'cos you never read the signs
Too much love will kill you every time

I'm just the shadow of the man I used to be
And it seems like there's no way out of this for me
I used to bring you sunshine
Now all I ever do is bring you down, oooh

How would it be if you were standing in my shoes
Can't you see that it's impossible to choose
No there's no making sense of it
Every way I go I'm bound to lose, oh yeah

Too much love will kill you
Just as sure as none at all
It'll drain the power that's in you
Make you plead and scream and crawl
And the pain will make you crazy
You're the victim of your crime
Too much love will kill you every time

Yeah too much love will kill you
It'll make your life a lie
Yes too much love will kill you
And you won't understand why
You'd give your life you'd sell your soul
But here it comes again
Too much love will kill you
In the end
In the end"


Queen 
(Composição: Brian May, Frank Musker e Elizabeth Lamers)

Procura interior

Fico surpreendido com as pessoas que sistematicamente procuram nos livros de espiritualidade aquilo que deveriam procurar dentro de si.

Nuno Garção

Professora, até ontem

"O meu nome é Sónia Mano, até ontem era professora de Matemática na escola E.B. 2,3 de S. Torcato, em Guimarães (onde me encontrava a trabalhar com contrato a termo incerto). Hoje de manhã, por volta das 9h, recebi um telefonema da Secretaria da referida escola a informar-me de que o meu contrato de trabalho cessara no dia anterior.
Até aqui, poderá pensar-se... é uma coisa natural, mais uma professora dispensada do serviço após mais de seis meses de trabalho árduo com alunos oriundos de meios socioeconómicos muito desfavorecidos: Até eu estava já preparada para a eventualidade de receber a notícia nestes moldes. Mas e o que é feito do prazo legal de três dias para avisar um empregado de que o seu contrato vai terminar? Eu sou apenas mais uma das vítimas do Estado e da actual conjuntura que o país atravessa.
Mas o porquê do meu e-mail vai muito para além das queixas para com o sistema. É mais um grito, uma tentativa de que dêem algum tipo de atenção a certas situações que estão a acontecer neste país. Como eu, fo- mos várias as pessoas dispensadas hoje de manhã, ou melhor, informadas hoje de manhã de que o nosso contrato terminara no dia anterior. Não será isto mais uma vergonha do nosso país? Não há qualquer respeito pelos profissionais, nem pelo seu trabalho e esforço.
Mais acrescento, neste meu desabafo, que iniciei, a meio da semana passada, a correcção de EXAMES NACIONAIS do 9.º Ano! Este trabalho, não está concluído! Termina apenas amanhã, dia 8 de Julho. Entretanto, já amanhã, tenho uma reunião para aferição de critérios de avaliação, reu- nião essa de carácter obrigatório. E agora eu pergunto: O MEU CONTRATO DE TRABALHO E A MINHA LIGAÇÃO AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO TERMINOU ONTEM. Como vão os alunos ter avaliação no referido exame? Quem vai suportar as despesas de deslocação de Vila Verde (minha residência oficial) até Guimarães?!
Hoje a minha vontade é não entregar os Exames, mas mais forte do que essa vontade é a necessidade de nunca prejudicar os alunos por causa de mais um erro do nosso sistema de ensino. Amanhã, eu irei suportar despesas de deslocação e voltarei a fazê-lo na sexta para entrega dos Exames. Durante esses dois dias, vou fazer uma aplicação criteriosa dos critérios de classificação. Mas precisava de fazer este desabafo: parem de chamar incompetentes aos professores portugueses, aqueles que lutam todos os dias por melhores condições numa escola cada vez mais pobre em valores, tais como a entre-ajuda e a solidariedade. Ajudem-nos a ajudar os vossos/nossos filhos a crescerem como cidadãos e, por favor, na luta pelos meus direitos enquanto trabalhadora/professora/EDUCADORA. Ajudem- -me a divulgar este caso que é apenas mais uma das vergonhas em que o nosso Estado está envolvido!
Tenho provas e documentos oficiais que comprovam cada uma das afirmações que estou a divulgar. Não sei mais onde me dirigir: é preciso que os portugueses saibam o que se está a passar numa escola pública de Portugal."
Sónia Mano
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Diário do Minho
QUINTA-FEIRA | 7 de Julho de 2011 |

Cidade ao anoitecer - Montreal (Canadá)


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Nuno Garção

Voar

...espero então que... este verão... seja ao mesmo tempo... soalheiro e refrescante.... para que te traga  o sol que te ilumine o espírito, mas também o ar que precisas para refrescar o teu espírito e que assim... esse balão de oxigénio possa voar para a terra dos teus sonhos...

(A frase não é minha. É de uma anónima identificada. Obrigado pelas palavras.)